domingo, 18 de setembro de 2016

Quando se deve usar S ou Z

Quando se deve usar S ou Z


Não é fácil estabelecer regras simples para a grafia correta de palavras em português. A grafia correta depende do étimo da palavra, isto é, muitos vocábulos derivam de outras línguas. Por este motivo, as regras expostas aqui servem para facilitar a escrita, contém , porém, várias exceções. Quando possuir alguma dúvida deve-se consultar o dicionário.
Usa-se “S” nas seguintes situações:
a)    Depois de ditongos:
Exemplo:
Coisa, faisão, mausoléu, etc.
b)    Devemos empregar “são” em substantivos derivados de verbos terminados em: “ender”, “verter”, “pelir” e “ndir”.
Exemplos:
Apreender, apreensão; Ascender, ascensão; compreender, compreensão; distender, distensão; estender, extensão; pretender, pretensão; suspender, suspensão;subverter, subversão; repelir, repulsão; fundir, fusão, etc.
c)    Em adjetivos terminados pelos sufixos “oso “ e “osa”, indicando abundância ou estado pleno.
Exemplos:
Formoso, formosa, dengoso, dengosa, horroroso,  horrorosa, cheiroso, cheirosa, etc.
d) Em palavras terminadas pelos sufixos: “ês”, “esa”, “isa” e “ose”; empregados na formação de nomes que designam:  títulos de nobreza, posição social, profissão, origem ou nacionalidade.
Exemplos:
Burguês, burguesa, camponês, camponesa, marquês, marquesa, português, portuguesa, princesa, profetisa, sacerdotisa, osmose, pentose, escoliose, etc.

e) Nos derivados de verbos terminados em “isar”:
Analisar, análise; pesquisar, pesquisa; paralisar, paralisia, etc.
f) Na conjugação dos verbos pôr, querer e usar:
pus, quis, usamos.

Usa-se “Z” nas seguintes situações:
a)    Nos formadores de substantivos abstratos a partir de adjetivos, terminados com sufixo: “ez” ou “eza”.
Exemplo:
Sensatez, Altivez, magreza, certeza, mesquinhez, moleza, etc.
b)    Em sufixo “triz” formador de femininos:
Exemplo:
Imperatriz, atriz, embaixatriz, etc.
c)     Em verbos terminados pelo sufixo “izar”, quando apalavra primitiva não possuir  “s”:
Exemplos:
Economia, economizar; Terror, Aterrorizar; Frágil, fragilizar.
OBS: Análise + ar = analisar; friso +ar = frisar. Isto é, nessas palavras não existe o sufixo “izar”.
d) Em sufixos formadores de aumentativo e diminutivo,  quando a palavra primitiva não possuir “s”  no radical.
Exemplos:
Carta, cartaz; Mulher, mulherzinha; avião, aviãozinho; arvore, arvorezinha.

Deve-se levar em conta a regra abaixo:
Se a palavra primitiva é grafada com uma letra, suas derivadas também serão grafadas com a mesma letra.
Exemplos:
Casa: casinha, casebre, casarão;
Lápis: lapisinho, lapiseira;
Raiz: raizinha, enraizado.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Como saber quando termina em Isar e Izar?

Como sabemos, existem os substantivos primitivos, que são aqueles que não se originam de nenhuma palavra existente na Língua Portuguesa; e os derivados, que como o próprio nome já nos revela, derivam, originam-se de outras palavras que já existem. Dessa forma, vamos analisar alguns exemplos? 

A palavra “pesquisa” representa um substantivo. A partir dela podemos formar outras palavras, como por exemplo, a palavra “pesquisar”. Mas será que ela também recebe a mesma classificação? 
Pesquisar representa uma ação e, como sabemos, uma das características dos verbos é justamente representar esses aspectos. Sendo assim, estamos diante de um verbo, cuja terminação é expressa por “–ar”, pertencente à 1ª conjugação. 
Será que você percebeu algo mais? Quer uma pista? 

Como se apresentou grafado esse mesmo verbo, que se originou de uma outra palavra? Com s ou z? 

Percebemos que permaneceu com “s”. 
A justificativa para este fato é que a palavra primitiva contém “s”, razão pela qual as palavras que dela derivarem também serão escritas da mesma forma. Vamos, então, conhecer outros exemplos: 

Quando a palavra primitiva é escrita com s, as derivadas também se apresentam da mesma forma

Ao analisarmos a palavra “símbolo”, percebemos dois elementos bastante importantes:O primeiro é que podemos também formar novas palavras a partir dela, como por exemplo o verbo “simbolizar”. Outro aspecto é que nessa palavra não possui nem a letra “s” e nem a letra “z”. Por essa razão iremos descobrir algo sensacional: 

Quando na palavra primitiva não houver a letra “s”, as palavras que dela derivarem serão escritas sempre com “z”. Vamos constatar que isso é uma verdade? 
Quando na palavra primitiva não houver a letra s, as derivadas serão escritas com z.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

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